Nossa missão
Uma casa que deixa espaço para você existir no seu próprio tempo
O Serenô nasceu da ideia de que hospedagem pode ser mais do que uma cama — pode ser um intervalo de qualidade na rotina.
← Voltar ao InícioA nossa história
Como o Serenô começou
O Serenô abriu as portas em 2019, numa casa antiga do Centro Histórico de Vitória. A ideia partiu de Fernanda e Rogério, um casal capixaba que, depois de anos recebendo amigos de longa viagem em casa, percebeu que o melhor das estadias não tinha nada a ver com decoração elaborada — era o ritmo lento, o café feito com tempo e a conversa sem pressa que as pessoas mais lembravam.
A casa foi reformada com cuidado para manter a memória do casarão original: piso de madeira, janelas altas e paredes grossas que guardam o fresco da manhã. Cada quarto tem um nome de planta local — Samambaia, Bromélias, Ipê — e cada um foi mobiliado com peças escolhidas, não padronizadas.
Nos primeiros meses, os hóspedes eram principalmente viajantes solitários ou casais numa pausa de trabalho. Com o tempo, surgiu a demanda por companhia estruturada — daí nasceram os clubes de leitura e, depois, os passeios em grupo para as cidades históricas do Espírito Santo.
Nossa missão
O que guia cada decisão
A missão do Serenô é simples: oferecer um lugar onde as pessoas possam ficar sem precisar fazer nada em especial. Isso parece óbvio, mas é raro. A maioria das hospedagens vende experiências ativas — o Serenô vende descanso com presença.
Cada serviço que criamos — desde o programa de leitura até os passeios de grupo — foi desenhado para quem quer um pouco de estrutura sem perder a liberdade. As atividades existem para quem quiser; a porta do quarto está sempre aberta para quem preferir ficar.
Nossos valores
- Ritmo próprio acima de agendas
- Espaços honestos, sem encenação
- Companhia opcional, nunca forçada
- Transparência nas condições e preços
- Respeito pela privacidade de cada hóspede
Quem cuida da casa
A equipe do Serenô
Fernanda Rocha
Co-fundadora & Anfitriã
Formada em turismo, Fernanda é quem pensa os detalhes dos espaços e recebe os hóspedes no primeiro dia. Nasceu em Vitória e conhece a cidade melhor do que qualquer guia.
Rogério Santos
Co-fundador & Operações
Rogério cuida de tudo que está por trás: manutenção, logística dos passeios e relações com fornecedores locais. Tem jeito para resolver problemas sem fazer barulho.
Camila Moreira
Coordenadora de Atividades
Camila organiza os clubes de leitura e os passeios em grupo. Formada em letras, ela escolhe os livros do acervo e acompanha os hóspedes nas saídas de campo.
Padrões da casa
Como mantemos a qualidade
Higiene e organização
Limpeza diária de quartos e áreas comuns com produtos de baixo impacto. Roupas de cama trocadas a cada dois dias ou conforme solicitado.
Privacidade dos hóspedes
Não compartilhamos dados pessoais e não fotografamos ambientes ocupados. O que acontece na casa fica na casa — sem registros desnecessários.
Segurança na estrutura
A casa possui extintores, iluminação de emergência e saídas sinalizadas. Revisões anuais de instalações elétricas e hidráulicas são parte da rotina.
Passeios com planejamento
Cada saída em grupo é planejada com antecedência: roteiro, transporte verificado e lista de participantes. Nenhum passeio acontece sem ao menos um acompanhante da equipe.
Avaliações e retorno
Ao final de cada estadia, conversamos com os hóspedes sobre a experiência. Os comentários orientam melhorias reais — não ficam num formulário esquecido.
Práticas responsáveis
Priorizamos fornecedores locais para o café da manhã, reduzimos plástico descartável e incentivamos o uso de bicicleta e transporte público nas saídas próximas.
Sobre hospedagem no Espírito Santo
Uma forma diferente de estar em Vitória
Vitória é uma cidade compacta e diversa — tem praias, morros, ilha, centro histórico e bairros com personalidade própria. Muita gente que vem de fora acaba concentrando o tempo em hotéis de rede, sem entrar no ritmo da cidade de verdade. O Serenô existe para oferecer outro caminho.
Casas de hospedagem como o Serenô têm uma longa tradição no Brasil, especialmente no interior e nas cidades históricas. São espaços onde o hóspede não é apenas um número de quarto, mas alguém que temporariamente faz parte da casa. Esse modelo valoriza a convivência discreta, o cuidado com os detalhes e a presença de anfitriões que conhecem bem o lugar onde vivem.
O Centro de Vitória, onde o Serenô está localizado, reúne parte importante da arquitetura capixaba do início do século XX, feiras, museus e uma vida cotidiana que os bairros turísticos convencionais raramente mostram. Ficar no Centro é uma forma de entender a cidade por dentro.
Para quem trabalha remotamente, o Serenô funciona bem como base: ambiente silencioso, Wi-Fi confiável e proximidade com cafés, padarias e serviços do cotidiano. Para quem está em pausa — seja entre projetos, depois de uma transição ou simplesmente com vontade de desacelerar — a casa oferece estrutura sem impor ritmo.
Próximo passo
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